Num metrô dos Estados Unidos, uma mulher chamada Alisa foi assaltada, e o ladrão levou o seu iPhone e outros pertences pessoais. Depois de um tempo, ela recebeu um e-mail notificando de que o aparelho roubado estava com mau funcionamento e alguém solicitara uma reposição à Apple, que estava com o gadget. O que fazer nestas situações?
Avisar à Apple de que tratava de um aparelho furtado, pensou Alisa.
Mas o problema é que nem Alisa e nem e polícia convenceram a Apple de que o aparelho deveria ser devolvido, já que foi roubado.
Bem, agora vamos aos detalhes: seja lá quem for que roubou o aparelho, percebeu um mau funcionamento no Apple CareService no iPhone e pediu um novo aparelho à Apple. O e-mail confirmando a solicitação de um novo aparelho foi enviado ao dono original, a Alisa. Ela tratou de verificar o número de série se era realmente o seu iPhone. Tanto a Apple quanto a operadora confirmaram. E, no e-mail continha o endereço e o telefone de um representante da Apple que tratou da reposição do iPhone furtado.
Alisa, tendo certeza de que se tratava do iPhone furtado, fez questão de chamar a polícia. Mas as autoridades não puderam fazer nada, já que ela não havia registrado a ocorrência.
Alisa então entrou em contato com a operadora, que disse que não podia fazer nada além do que as autoridades disseram. Aí o iPhone voltaria a quem solicitou a reposição, ou seja, ao ladrão ou alguém que comprara o aparelho dele.
A polícia chegou a ligar para a Apple, argumento que, já que o aparelho com defeito fora enviado à Apple, o novo aparelho poderia ser enviado à dona original.
Mas a Apple disse que deveria ser fiel a garantia, independente de quem solicitou a reposição do aparelho.
Aí acaba a história: nem a Apple nem a operadora querem dar um novo aparelho a Alisa, mesmo que a polícia confirme o fato.
Que dor de cabeça, heim?







