Acelerador de partículas é religado e pode indicar origem do universo

O maior acelerador de partículas do mundo, construído pelo Laboratório Europeu de Pesquisa Nuclear (Cern), voltou às atividades neste final de semana após 14 meses de manutenção. Em setembro de 2008, o equipamento havia sido testado por poucas horas antes de apresentar um grave defeito.

De acordo com o porta-voz do Cern, James Gillies, os cientistas vão injetar no acelerador um feixe de prótons entre sábado e domingo para que a máquina dê uma volta completa no túnel de 27 quilômetros de comprimento, situado a 100 metros de profundidade sob a fronteira entre a Suíça e a França.

A circulação de partículas irá começar inicialmente em baixa energia, com 450 GeV (gigaeletrons volts). Depois que os cientistas começarem a injetar feixes em direções opostas, as primeiras colisões começarão a ser produzida nessa velocidade. A potência da circulação de prótons irá aumentar gradativamente e chegar ao momento mais esperado e temido por cientistas: as primeiras colisões de partículas em uma velocidade próxima a da luz.

CNT_EXT_225945

Deixar comentário: